"Almada lê: Quem Tem Medo dos Santos da Casa", com Sara Duarte Brandão | maio 2026

REDE MUNICIPAL DE BIBLIOTECAS DE ALMADA
Festival Raios Partam os livros
"Almada lê: Quem Tem Medo dos Santos da Casa",
com Sara Duarte Brandão
Almada | 2026
REPORTAGEM FOTOGRÁFICA
Numa vila marcada por silêncios e crenças, Maria Teresa desafia o destino imposto e procura liberdade. Entre sombras, livros e uma amizade improvável, este romance poético revela que, mesmo onde há medo, pode nascer beleza, coragem e redenção. A partir desta obra, que vários alunos do concelho de Almada foram convidados a trabalhar, nasceram as ideias, reflexões e atividades que apresentámos na iniciativa Almada Lê, na companhia da própria autora, que veio partilhar com eles, e com todos, o seu mundo literário, num espaço de liberdade.
Sara Duarte Brandão nasceu no Porto em 1997, com um pé na Beira Baixa e outro em Arouca, onde teve a sorte de ter avós. Licenciada em Design de Comunicação e Mestre em Estudos Literários, Culturais e Interartes, é Facilitadora em Criação Artística Comunitária e doutoranda em Ciências da Educação com uma bolsa da FCT. Recebeu o Prémio Literário Nortear com o conto (Ver). Cofundou a Truz Truz Editora (2020), onde é designer e autora, e a sua obra CriÁrvore (2022) foi recomendada pelo Plano Nacional de Leitura. Publicou o livro Descolonizar o Sujeito Poético (2023) na Editora Urutau, que recebeu uma Menção Honrosa no Prémio Glória de Sant’Anna (2024) e foi finalista da Mostra Nacional Jovens Criadores – Literatura (2024). O seu romance Quem Tem Medo dos Santos da Casa foi galardoado com o Prémio Literário Cidade de Almada – Romance (2023). Foi a vencedora da 2.ª edição do Prémio Wook Novos Autores (2025) tendo o júri destacada a forma como «revisita e transfigura os lugares-comuns da língua, atribuindo-lhes novos sentidos, com uma destreza reveladora de um invulgar talento literário». Integra projetos que cruzam várias áreas artísticas como o teatro, as artes plásticas e a literatura. Faz tricô e prefere embalar males a cantar em vez de os espantar. Escreve por amor e teimosia e já não sabe distinguir acordos ortográficos.
